De Limassol a Cambridge: a trajetória de uma bolsista da Exness pela engenharia

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Muito antes de Cambridge aparecer no horizonte, Mara Rotaru já dava os primeiros passos rumo à engenharia. 

Crescendo em Limassol, no Chipre, a curiosidade fazia parte do dia a dia dela. Ela via o pai desmontar computadores e eletrodomésticos para entender como funcionavam, enquanto a mãe desafiava a família com problemas de matemática e perguntas interessantes na hora do jantar. 

Essa curiosidade acabou levando Mara à Lego Robotics e à First Lego League, onde ela descobriu que a engenharia não se resumia a construir coisas. Tratava-se de resolver problemas, testar ideias, aprender com os erros e tentar de novo.

Quando o mundo ficou maior

Em 2019, Mara viajou para Houston, no Texas, para competir no Campeonato Mundial da First Lego League.

Entrar no salão da competição foi impactante. Os robôs eram extraordinários, os projetos de pesquisa eram sofisticados e os estudantes ao seu redor eram apaixonados e determinados de um jeito que ela nunca tinha visto antes. Embora sua equipe não tenha ido tão longe quanto esperava, a competição deixou uma marca que ela carrega até hoje.

Mais do que tudo, foi ali que ela teve um vislumbre de como é uma cultura de curiosidade e inovação em escala global. Aquilo abriu seus olhos para possibilidades que ela não havia cogitado e a fez perceber que o mundo era muito maior do que a cercava.

Como Cambridge se tornou possível

Alguns anos depois, Mara recebeu uma oferta para estudar engenharia mecânica e aeroespacial na Universidade de Cambridge.

A empolgação foi imediata. Assim como a incerteza.

Embora conquistar uma vaga em Cambridge fosse uma grande realização, o custo real de estudar lá era outro desafio. Depois de ter várias bolsas de estudo negadas, ela não tinha certeza se conseguiria estudar lá.

Isso mudou quando ela recebeu apoio por meio do programa Exness Fintech Scholarships, que ajuda estudantes talentosos a construírem um futuro em tecnologia, engenharia e inovação.

Cambridge deixou de ser uma meta abstrata e passou a ser algo real.

Aprender a aprender

Começar a universidade foi empolgante, mas também exigiu muito aprendizado em pouco tempo.

Como muitos estudantes que chegam a Cambridge pela primeira vez, Mara queria aproveitar ao máximo cada oportunidade. No primeiro dia, ela se inscreveu em 30 clubes.

"30," ela riu ao lembrar.

Não demorou muito para perceber que havia uma diferença entre explorar novos interesses e tentar fazer tudo de uma vez.

O lado acadêmico também trouxe desafios. Mara logo aprendeu que a intuição de engenharia não é algo com que se nasce.

"É um pouco como desenvolver o ouvido para música", contou ela, explicando que a intuição se desenvolve com prática, experimentação e o hábito de se perguntar, o tempo todo, não apenas se uma resposta está certa, mas por que ela funciona.

Ela também chegou a Cambridge sem ter cursado a matemática avançada do ensino médio britânico, então muitos colegas já partiam de uma base mais sólida em certas áreas. Em vez de encarar isso como um obstáculo, ela viu como uma oportunidade para entender melhor como aprende, o que a motiva, quando deve se desafiar e quando é melhor dar um passo atrás.

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Lições da sua jornada

Mara compartilhou algumas de suas experiências no Doers Summit Limassol 2026, onde falou sobre construir a própria jornada de aprendizagem e se tornar alguém que nunca para de aprender e se adaptar.

Para jovens com grandes ambições, o conselho dela é simples: divida essas ambições em etapas menores.

Então coloque no papel, deixe visível e identifique o primeiro passo concreto que você realmente pode dar.

Embora Mara também tenha falado sobre usar a IA como mentora e assistente, ela acredita que o crescimento mais valioso ainda vem de se conectar com pessoas.

"Use o tempo e a energia que você economiza para sair e encontrar a sua gente," disse ela.

Mentores de verdade, conversas genuínas, pessoas cujo jeito de pensar realmente acende algo em você. A IA pode acelerar seu aprendizado, mas são as pessoas que vão mudar o rumo dele.

O caminho adiante

Como contemplada por uma bolsa Exness Fintech Scholarship, Mara espera que sua história incentive outros jovens a buscar oportunidades que um dia pareceram fora de alcance.

Como ela mesma disse: "O caminho se revela no fazer, não no planejar."


Este não é um conselho de investimento. O desempenho passado não é um indicador confiável de resultados futuros. Seu capital está em risco, negocie com responsabilidade.


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